sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Pavlova de Chocolate


Depois de tanto ouvir falar da Pavlova, num sábado cinzento e chuvoso de Novembro, decidi aventurar-me e arriscar. É uma sobremesa muito simples de fazer, rápida e sem truques de cozinheira experiente. Ficou deliciosa e fez um sucesso enorme aqui em casa. Fiz a Pavlova de chocolate, base de merengue com cacau magro, coberta com natas e raspas de chocolate preto e branco, uma combinação fantástica! Optei por colocar as natas batidas por cima da Pavlova quando servi, mas o melhor é colocá-las por cima das fatias, pois o merengue amolece à medida que vai absorvendo as natas e se restar alguma sobremesa para o dia seguinte não terá a mesma qualidade.

Ingredientes para a base de merengue:
4 claras de ovos grandes
250 g de açúcar
2 colheres de sopa de cacau em pó
1/2 colher de chá de extrato de baunilha
1 pitada de sal
1 colher de chá de vinagre

Ingredientes para a cobertura:
1 pacote de natas
2 colheres de sopa de açúcar
Raspas de chocolate branco e preto

Pré-aqueça o forno a 180º. Bata as claras e vá juntando o açúcar gradualmente e a pitada de sal. Junte o vinagre e o extracto de baunilha e vá envolvendo o cacau grosseiramente (visto que depois vamos encontrar pedacinhos crocantes de cacau misturados com o meregue). Entretanto coloque a mistura numa forma ou numa tarteira previamente forrada com papel vegetal. Leve ao forno, descendo a temperatura para 150ºC. Deverá ficar a cozer durante 1h15m (aproximadamente). Deve ficar bem seco nas beiras mas mais macio no centro. Deixe esfriar completamente ainda dentro do forno. Finalmente, batem-se as natas, que deverão estar frias, juntando o açúcar. Colocam-se na pavlova e voilá, uma sobremesa absolutamente deliciosa!

domingo, 2 de outubro de 2011

Casa - Zara Home

Há umas semanas entrei na Zara Home e deliciei-me com pequenos detalhes que gostaria muito de ter em minha casa.


(Copo de Água flores 3,99€)


(Copo de Água Edera 1,99€)


(Copo de Água Brasilia 1,00€)


(Almofada Big Floral 19,99€)


(Cabide Yankton 7,99€)


(Colcha e Capa de Almofada Levi - 9,99€ e 59,99€)


(Coperta Milton 59,99€)


(Manta Himalaya 99,99€)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Cabelo seco



Bom, a propósito ainda do cabelo seco, existe uma receita caseira que podemos fazer e que faz maravilhas pelo nosso cabelo. Os ingredientes são simples e bastante acessíveis:
- 1 iogurte natural
- 1 colher de sopa de mel
- 1 colher de chá de óleo de amêndoas doces
O que temos que fazer é misturar todos os ingredientes e aplicar no cabelo molhado (mas não lavado). Depois podemos enrolar um pouco de papel de alumínio à volta da cabeça para que a mistura não comece a escorrer (se tiverem uma touca também deve funcionar). Depois é o procedimento normal da lavagem.
Devido ao mel, a mistura fica com um cheiro maravilhoso que depois permanece no cabelo... por isso, às vezes, ponho até mais um pouquinho. Curiosamente, a cor do meu cabelo fica mais viva (é pintado), o cabelo fica mais hidratado e bonito. Experimentem!

Óleo de Argan (Huile d' Argan)

Cabelo seco

Adoro todos os produtos de tratamento para cabelos. Tenho cabelos secos, um pouco fustigados pelo uso excessivo do secador e da placa de alisar. Desde que vim morar para aqui, talvez pelo facto de a água não ser tão calcária, que o meu cabelo ganha jeitos ondulados que eu não gosto mesmo. Daí o uso do secador e da placa e as consequências disso também: pontas secas, cabelo maltratado e idas frequentes ao cabeleireiro para readquirir o aspecto de um cabelo mais saudável.
Penso que para qualquer mulher que se identifique um pouco com a descrição que acabei de fazer, a hidratação do seu cabelo é fundamental. Ontem, perdida na imensa teia da Internet descobri as maravilhas do Argan Oil (o óleo de Argão). Parece que está a fazer as delícias das estrelas de Hollywood pelas suas propriedades miraculosas...



A Argânia (Argania spinosa) é uma árvore que vive em média entre 125 e 150 anos, e pode ser encontrada principalmente em Marrocos. Apesar da sua enorme resistência, a Argânia encontra-se actualmente ameaçada devido a uma desflorestação intensiva desencadeada no início do século XX. O seu desaparecimento seria terrível para a região, pondo em risco a manutenção e o equilíbrio do ecossistema. Desde 1998, as Argânias foram declaradas reserva de biosfera do reino de Marrocos pela UNESCO pela sua contribuição para o desenvolvimento ecológico, económico e social, e científico desta região.
É desta árvore que se extrai há muitos séculos o óleo de argão, conhecido por Ouro Marroquino. A partir dos seus frutos, que contêm amêndoas, as mulheres marroquinas extraem o óleo. Fazem-no através de processos de pressão artesanais, morosos e difíceis... são necessários 30 a 50 quilos de sementes para obter um litro de óleo! A sua produção é formada e gerida por grupos de mulheres e esta actividade constitui uma importante base de sobrevivência.
Este óleo foi descoberto há séculos por estas mulheres, que o utilizaram para proteger a sua pele, o cabelo e unhas devido às suas propriedades excepcionais. Rico em vitamina E, Ómega 6, Fitoesteróis, entre outros, é um poderoso antioxidante, hidratante, confere elasticidade e regenera.
Este óleo chega a atingir preços exorbitantes, portanto, cuidado com as imitações. Para quem não pode gastar muito para conseguir ter este óleo, a Bottega Verde, conseguimos encontrar alguns produtos à base de óleo de Argão, bem como na Yves Rocher.

sábado, 20 de agosto de 2011

Ísis

Este Verão fomos a Santiago de Compostela. Apanhámos um dia cinzento, ventoso e frio em pleno Agosto. Encontrámos, como é natural, uma cidade movimentada, agitada, cheia de peregrinos e turistas ansiosos por visitar a catedral e ver o local onde os restos mortais do Apóstolo estão depositados. Queria muito ir a Santiago de Compostela há imenso tempo, já visitei muitos sítios em Espanha, até porque enquanto vivi lá aproveitei para passear muito. Mas Santiago era ainda novidade para mim e já fazia parte do meu imaginário há muito tempo. Fomos e vimos a Catedral quase de fugida, muita, muita gente, muitas filas, muito frio e vento. Fiz o meu pedido a Santiago e vi a representação de uma Santa negra. Bonita com um bebé ao colo. Em conversa com a minha mãe descobri que é Ísis. Mas vamos por partes. Existem espalhadas por diversos locais religiosos as Virgens Marias negras que, segundo as lendas, são extremamente poderosas pela sua capacidade de fazerem milagres. Remontam aos primórdios dos tempos e foram encontradas em santuários, em basílicas, em grutas até. A maioria dos estudiosos das Deusas defende a ligação a cultos muito antigos, talvez até pré-históricos, relacionados com a terra, o útero, a Mãe Terra, a Deusa Mãe, que também era conhecida no paganismo como a Deusa da Fertilidade, da Fecundidade.

E o que me traz hoje aqui ao meu blogue é Ísis. Ísis é uma deusa egípcia que foi venerada não só no Egipto como no universo greco-romano. Existem pela Internet sites muitos interessantes que exploram o modo como o culto a Ísis foi absorvido pelo Cristianismo e como muitos templos dedicados a Ísis foram convertidos em templos dedicados a Maria. Na Catedral de Santiago de Compostela reparei naquela imagem linda de uma negra com um menino sentado a seu colo, ambos com uma expressão serena e risonha. Ela segura uma bola na mão direita, ele uma bolinha com relevo na mão esquerda. Fiz imensas pesquisas na Internet para tentar descobrir quem representam e pelo que me parece é mesmo Ísis, com o seu filho Hórus. Em Espanha há registo do culto a Ísis e os documentos relativos a esse culto são datados do século III. Em Portugal descobriram-se inscrições dedicadas a Ísis.
Ísis, deusa referenciada como deusa Mãe, força fecundadora da natureza, deusa da maternidade e do nascimento,

continua a perdurar através dos séculos, com a sua imensa força e poder.

domingo, 19 de junho de 2011

Jardim

E nós jardinamos e tentamos ter um cantinho para flores, um cantinho para arbustos, um cantinho para vegetais, um cantinho para um limoeiro. Mas ainda falta fazer muito para que se torne no espaço que imaginava. Recantos, flores, bancos antigos, pormenores escondidos, gaiolas para pássaros abertas e com flores, uma ou outra estatueta pequenina e discreta (não gosto de estatuetas) misturada com as cores vivas das plantas.





sexta-feira, 27 de maio de 2011

O estilo vitoriano na arquitectura vigorou no Canadá nos meados do século XIX até à Primeira Guerra Mundial. É um estilo poético, faz-me lembrar pequenos palacetes, memórias vivas de outras épocas. São casas que se erguem, imponentes, altivas, quase como que a dizer: “Estou aqui e tenho tantas histórias para contar.” Mas guardam os segredos, protegem as memórias de quem lá passou, fechando-se como fortalezas, firmes no meio de um país quase perfeito, com imensos campos a perder de vista e cidades cosmopolitas, imensas, ruidosas, que não param nem dormem.

Apaixonei-me pelas casas vitorianas. Construídas com aqueles tijolos pequeninos, assimétricas, com as maravilhosas bay windows (aquelas janelas/varandas particulares que parecem querer chamar a atenção sobre si, destacando-se das fachadas), cheias de pormenores cativantes. Se eu vivesse no Canadá iria querer uma casa vitoriana.

domingo, 22 de maio de 2011

Cupcakes de chocolate

Amanhã é uma ocasião especial e resolvi aventurar-me numa nova receita de cupcakes. Cupcakes de chocolate. Tinha já feito de chocolate, mas com uma pequena variação, pois na primeira tentativa utilizei mascarpone em vez de leite. Hoje fiz a receita que retirei do blog http://sucresurlegateau.blogspot.com/. Aproveito para recomendar este blog, a sua autora é realmente talentosa e apresenta bolos divinais. Eu como amadora que sou lá vou pesquisando receitas e tentando aprimorar-me na arte da pastelaria, embora nem sempre corra bem. ;)

Deixo-vos então a receita que, segundo a autora do blog acima referido, é a que mais se aproxima do Devil's Food Cake (absolutamente delicioso... vejam só o site: http://www.marthastewart.com/photogallery/classic-cupcakes)

Ingredientes
• ½ chávena de cacau em pó
• 2 chávenas de farinha de trigo
• 1 pitada de bicarbonato de sódio
• ½ colher (chá) de fermento em pó
• 100 g de manteiga
• 1 e ¼ chávenas de açúcar
• 2 ovos
• ½ chávena de leite
• ½ chávena de água quente
• 2 colheres (chá) de essência de baunilha
• ½ colher (chá) de sal
• 1 colher (chá) de vinagre branco
Então, em primeiro lugar, vamos colocar a farinha numa taça, juntamente com o cacau em pó, o fermento, a pitada de sal e o bicarbonato. (Eu utilizei farinha de trigo já com fermento). À parte, colocamos a manteiga numa batedeira e vai-se batendo até ficar com textura de creme. Acrescenta-se o açúcar e continua-se a bater até a mistura ficar bem clara. Entretanto, vamos acrescentando os ovos um a um. Acrescenta-se a baunilha e vamos batendo. É a vez de o vinagre ser misturado à água, que entretanto deve estar num tachinho ao lume até ferver. (Em vez de utilizar vinagre, misturei o sumo de metade de um limão).
Com a batedeira ligada em velocidade média vamos acrescentando alternadamente a mistura de farinha, a água fervente (misturada com o vinagre) e o leite. Começa-se e termina-se com a mistura de farinha.
É normal a massa parecer muito líquida, mas a autora deste blog, diz-nos que não nos devemos preocupar.
Coloca-se nas forminhas e leva-se ao forno a 180ºC por cerca de 30min (no meu forno durou aproximadamente 20 minutos). Para verificar se já estão prontos, é o procedimento habitual: ir picando com um palito.
Eu experimentei, para além dos cupcakes, fazer um bolo também para ver o resultado. A verdade é que os cupcakes mesmo tendo o mesmo sabor têm um aspecto muito mais bonito, talvez por serem pequeninos. A decoração dos meus continua a deixar a desejar, mas fico feliz na mesma!


quinta-feira, 19 de maio de 2011

Gabito


Comprei um livro do Gabriel García Márquez que ainda não tinha lido. Encantam-me os seus livros, a maneira como ele nos prende ao enredo das suas histórias, cruas, poéticas e mágicas.
Gosto da esperança eterna e inútil em Ninguém escreve ao Coronel. É essa réstia que o prende à vida, no meio de tanta miséria, tristeza e doença. Gosto da magia presente em Cem Anos de Solidão, da energia avassaladora de Macondo, do musgo que cresce em cada recanto devido à chuva que durante quatro longos anos cai sobre a cidade. É um livro rico em elementos fantásticos e míticos. A morte, o amor, o sobrenatural, a destruição e a força reaparecem ao longo das suas obras. Amor em Tempos de Cólera e Do Amor e Outros Demónios, A aventura de Miguel Littín Clandestino no Chile, Doze Contos Peregrinos e agora A Hora Má: O Veneno da Madrugada, entre tantos outros.
Magistral, intenso, inesquecível, assim é Gabriel.

domingo, 8 de maio de 2011

Anos 40&50

A moda dos anos 40&50 voltou! Sempre admirei o modo como as mulheres se vestiam, a maquilhagem que usavam e os penteados tão femininos e elaborados. Era a feminilidade assumida, o glamour sem medos. Regressamos aos conceitos de moda com saias rodadas, a cintura marcada, os laços, peças delicadas como blusas rendadas e com padrões.


Nos anos 40, com a Segunda Guerra Mundial, os tecidos começaram a escassear e as mulheres foram obrigadas a adoptar um estilo mais sóbrio e mais contido. A criatividade e a imaginação brilharam (na falta de meias de nylon, pintavam as pernas a imitar a costura das meias) e começaram a usar muitos lenços e chapéus, devido à falta de cabeleireiros, deixaram crescer os seus cabelos, e começaram a reformar o seu guarda-roupa, utilizando tecidos como a viscose e as fibras sintéticas.
Gabrielle Bonheur Chanel (1883-1971) viveu nesta época conturbada. Depois de uma vida difícil (perdeu a mãe muita nova e foi com os seus irmãos estudar para um colégio interno), conseguiu abrir a sua primeira casa de costura (após perder o grande amor da sua vida num acidente de carro). Quando a Alemanha invadiu a França, Coco, como era conhecida, já se tinha tornado famosa pelas suas criações. Durante a invasão, Coco ficou hospedada no famoso Hotel Ritz que era usado pelos militares alemães e fechou a sua casa, que só voltou a reabrir em 1953. Infelizmente, repudiou os seus sócios judeus (Pierre e Paul Wertheimer) que não só a ajudaram na sua carreira, como no êxito do seu perfume eterno Chanel nº5.
Devido a este passado colaboracionista, os franceses marginalizaram as suas criações. Foi viver para a Suíça para fazer face a despesas. Tornou-se admirada pela ex-primeira dama Jackie Kennedy, começando a aparecer nas revistas de moda.
Faleceu no Hotel Ritz em Paris em 1971, onde viveu durante anos.

Westrags

Descobri este site de moda online há pouco tempo e apaixonei-me por algumas peças e por alguns preços, que são mesmo convidativos. Nunca fiz uma encomenda, mas creio que em breve irei fazê-la. Estas são três peças que quero ter...
Tão vintage e tão românticas, não acham?


quarta-feira, 27 de abril de 2011

Os blogues dão-nos prendas?

Ontem entre teias e teias de blogues, caí num interessante, da Lisa, o "COCOBELLA BALLERINA"... http://lisalovescoco.blogspot.com/

2011/04/mega-makeup-beauty-giveaway.html

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Cupcakes

Cupakes variados

Fiz três tipos diferentes de cupcakes: limão, chocolate e amora.

São receitas extremamente fáceis de fazer e que deliciam, tanto pelo sabor que têm como pelo aspecto. O divertido em fazer cupcakes é que podemos decorá-los como quisermos e até recheá-los. Não coloquei qualquer tipo de recheio nos meus, embora tenha visto em alguns sites, receitas de cupcakes de chocolate recheados com Nutella. Pareceu-me uma tentação e comprei Nutella, mas optei por não rechear qualquer tipo de cupcake.

Bom, mas passemos às receitas.

Cupcake de limão:




Igredientes: 200gr de manteiga à temperatura ambiente; 2 chávenas de açúcar; 3 ovos; 2 colheres de chá de casca de limão ralada; 1 colher de chá de essência de baunilha; 3 1/4 chávenas de farinha de trigo; 1 colher de chá de bicarbonato de sódio; 1 pitada de sal; 4 colheres de sopa de sumo de limão e uma colher de sopa mascarpone (a receita original levava 1 chávena de creme de leite fresco. Penso que este creme de leite fresco é o chamado Buttermilk, mas eu não tinha este ingrediente e resolvi apenas colocar o sumo de limão e uma colher de mascarpone. Descobri que existe no Aldi, no Intermarché ou no Continente e que existem várias marcas. Este Buttermilk poder ser encontrado também como Buttermilch ou Babeurre).

Para a cobertura: uma tablete de chocolate branco.


O primeiro passo é pré-aquecer o forno a 180ºC e colocar as forminhas de papel frisadas nas formas tradicionais dos queques (esta receita rende cerca de 12 cupcakes). Depois, bater a manteiga com o açúcar, acrescentando os ovos, um a um, batendo bem após cada adição. Juntar a raspa de limão e a essência de baunilha. Adicionar a farinha, previamente misturada com o sal, com o bicarbonato, juntando-a à mistura, alternadamente com o sumo de limão (ou o Buttermilk, caso optem por utilizar este ingrediente).
Verter o preparado nas forminhas e levar ao forno até os cupcakes estarem cozidos (espetar um palito e verificar se sai limpinho, caso saia estão cozidos).

Para a cobertura, fiz algo relativamente simples. Derreti uma tablete de 100 gr de chocolate branco e como estamos na Páscoa coloquei uma amêndoa pequenina de chocolate negro no centro.

E voilá, os cupcakes de limão estão prontos.

Como alternativa a esta cobertura, poderão optar por fazer o Swiss Merengue Buttercream. Para esta cobertura, são necessários:
3 claras de ovos; 3/4 de chávena de açúcar; 1/2 chávena de manteiga gelada e essência de baunilha (pelo que vi noutros sites, o segredo é que de acordo com os ingredientes referidos a proporção dos mesmos deverá ser sempre gradual, por exemplo, 1 chávena de claras, 2 de açúcar e 3 de manteiga).
Para fazer o Swiss Merengue, misturam-se as claras com o açúcar e colocam-se em lume brando ou em banho-maria. Vamos misturando até que o açúcar derreta e a clara fique bem branquinha (significa que está cozida). Imedatiamente deve-se transferir esse merengue para a batedeira e bater em velocidade média durante 6 minutos até arrefecer. Nesta altura, deve acrescentar-se a manteiga aos poucos e continuar a bater em velocidade alta. O creme vai aumentando de volume e vai ficando mais firme. Depois coloca-se esta mistura em cima dos cupcakes, com a ajuda, por exemplo, de um saco de pasteleiro.

sábado, 23 de abril de 2011


Está um tempo desagradável e chuvoso e os meus planos para hoje resumem-se a duas missões.

1ª – Ir ao Horto comprar o mirtilo. O mirtilo é parte integrante dos presentes que vou oferecer à minha mãe pelo seu dia de aniversário. Ela gosta de mirtilos e como é uma profunda conhecedora das propriedades medicinais das plantas, sei que vai gostar desta planta por esse motivo também.
Ora, eis o que sei sobre os mirtilos... Em inglês chamam-se blueberries, e se pensarmos logicamente, tem a ver com a sua coloração azul. Sei que os mirtilos cultivados são doces enquanto que os selvagens têm um sabor mais amargo e ácido. Sei também que é um poderoso antioxidante, pelo que só nos fará bem consumi-lo. Combatem os radicais livres destrutivos e o processo de envelhecimento, melhoram a visão, protegem o coração.
São óptimos para a confecção de sobremesas, excelente para adicionar aos cereais matinais, como recheio de crepes e bolos (o meu bolo de casamento tinha recheio de frutos vermelhos e era absolutamente divinal!).




2ª – Vou hoje, pela primeira vez, fazer cupcakes. Não é grande missão, eu sei, mas amanhã vamos passar o domingo de Páscoa com a minha família e serão a sobremesa que vou levar. Bom, a minha mãe regressa a este tópico. Ela é uma óptima cozinheira e faz sobremesas dignas de registo. Eu, por outro lado, quando comecei a dedicar-me com mais afinco à arte da cozinha não seguia as receitas à letra e, às vezes, até me esquecia de um ingrediente ou outro. Comecei a ser vista pelos elementos da minha família como não tendo muito jeito para estas coisas e sempre que sirvo uma refeição a alguém que nos visita sinto uma pressão enorme. Tudo tem de estar perfeito. Não é muito inteligente da minha parte em levar uma sobremesa que nunca experimentei fazer antes, mas na verdade estou ansiosa para fazer os cupcakes.

You are The Empress

Beauty, happiness, pleasure, success, luxury, dissipation.

The Empress is associated with Venus, the feminine planet, so it represents,
beauty, charm, pleasure, luxury, and delight. You may be good at home
decorating, art or anything to do with making things beautiful.

The Empress is a creator, be it creation of life, of romance, of art or business. While the Magician is the primal spark, the idea made real, and the High Priestess is the one who gives the idea a form, the Empress is the womb where it gestates and grows till it is ready to be born. This is why her symbol is Venus, goddess of beautiful things as well as love. Even so, the Empress is more Demeter, goddess of abundance, then sensual Venus. She is the giver of Earthly gifts, yet at the same time, she can, in anger withhold, as Demeter did when her daughter, Persephone, was kidnapped. In fury and grief, she kept the Earth barren till her child was returned to her.

What Tarot Card are You?
Take the Test to Find Out.

Os frutos do bosque

Nasceu de uma ideia súbita, suscitada por receitas de cupcakes, vintage e memórias.