quinta-feira, 19 de maio de 2011

Gabito


Comprei um livro do Gabriel García Márquez que ainda não tinha lido. Encantam-me os seus livros, a maneira como ele nos prende ao enredo das suas histórias, cruas, poéticas e mágicas.
Gosto da esperança eterna e inútil em Ninguém escreve ao Coronel. É essa réstia que o prende à vida, no meio de tanta miséria, tristeza e doença. Gosto da magia presente em Cem Anos de Solidão, da energia avassaladora de Macondo, do musgo que cresce em cada recanto devido à chuva que durante quatro longos anos cai sobre a cidade. É um livro rico em elementos fantásticos e míticos. A morte, o amor, o sobrenatural, a destruição e a força reaparecem ao longo das suas obras. Amor em Tempos de Cólera e Do Amor e Outros Demónios, A aventura de Miguel Littín Clandestino no Chile, Doze Contos Peregrinos e agora A Hora Má: O Veneno da Madrugada, entre tantos outros.
Magistral, intenso, inesquecível, assim é Gabriel.

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