O estilo vitoriano na arquitectura vigorou no Canadá nos meados do século XIX até à Primeira Guerra Mundial. É um estilo poético, faz-me lembrar pequenos palacetes, memórias vivas de outras épocas. São casas que se erguem, imponentes, altivas, quase como que a dizer: “Estou aqui e tenho tantas histórias para contar.” Mas guardam os segredos, protegem as memórias de quem lá passou, fechando-se como fortalezas, firmes no meio de um país quase perfeito, com imensos campos a perder de vista e cidades cosmopolitas, imensas, ruidosas, que não param nem dormem.
Apaixonei-me pelas casas vitorianas. Construídas com aqueles tijolos pequeninos, assimétricas, com as maravilhosas bay windows (aquelas janelas/varandas particulares que parecem querer chamar a atenção sobre si, destacando-se das fachadas), cheias de pormenores cativantes. Se eu vivesse no Canadá iria querer uma casa vitoriana.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
Cupcakes de chocolate
Amanhã é uma ocasião especial e resolvi aventurar-me numa nova receita de cupcakes. Cupcakes de chocolate. Tinha já feito de chocolate, mas com uma pequena variação, pois na primeira tentativa utilizei mascarpone em vez de leite. Hoje fiz a receita que retirei do blog http://sucresurlegateau.blogspot.com/. Aproveito para recomendar este blog, a sua autora é realmente talentosa e apresenta bolos divinais. Eu como amadora que sou lá vou pesquisando receitas e tentando aprimorar-me na arte da pastelaria, embora nem sempre corra bem. ;)
Deixo-vos então a receita que, segundo a autora do blog acima referido, é a que mais se aproxima do Devil's Food Cake (absolutamente delicioso... vejam só o site: http://www.marthastewart.com/photogallery/classic-cupcakes)
Ingredientes
• ½ chávena de cacau em pó
• 2 chávenas de farinha de trigo
• 1 pitada de bicarbonato de sódio
• ½ colher (chá) de fermento em pó
• 100 g de manteiga
• 1 e ¼ chávenas de açúcar
• 2 ovos
• ½ chávena de leite
• ½ chávena de água quente
• 2 colheres (chá) de essência de baunilha
• ½ colher (chá) de sal
• 1 colher (chá) de vinagre branco
Então, em primeiro lugar, vamos colocar a farinha numa taça, juntamente com o cacau em pó, o fermento, a pitada de sal e o bicarbonato. (Eu utilizei farinha de trigo já com fermento). À parte, colocamos a manteiga numa batedeira e vai-se batendo até ficar com textura de creme. Acrescenta-se o açúcar e continua-se a bater até a mistura ficar bem clara. Entretanto, vamos acrescentando os ovos um a um. Acrescenta-se a baunilha e vamos batendo. É a vez de o vinagre ser misturado à água, que entretanto deve estar num tachinho ao lume até ferver. (Em vez de utilizar vinagre, misturei o sumo de metade de um limão).
Com a batedeira ligada em velocidade média vamos acrescentando alternadamente a mistura de farinha, a água fervente (misturada com o vinagre) e o leite. Começa-se e termina-se com a mistura de farinha.
É normal a massa parecer muito líquida, mas a autora deste blog, diz-nos que não nos devemos preocupar.
Coloca-se nas forminhas e leva-se ao forno a 180ºC por cerca de 30min (no meu forno durou aproximadamente 20 minutos). Para verificar se já estão prontos, é o procedimento habitual: ir picando com um palito.
Eu experimentei, para além dos cupcakes, fazer um bolo também para ver o resultado. A verdade é que os cupcakes mesmo tendo o mesmo sabor têm um aspecto muito mais bonito, talvez por serem pequeninos. A decoração dos meus continua a deixar a desejar, mas fico feliz na mesma!
Deixo-vos então a receita que, segundo a autora do blog acima referido, é a que mais se aproxima do Devil's Food Cake (absolutamente delicioso... vejam só o site: http://www.marthastewart.com/photogallery/classic-cupcakes)
Ingredientes
• ½ chávena de cacau em pó
• 2 chávenas de farinha de trigo
• 1 pitada de bicarbonato de sódio
• ½ colher (chá) de fermento em pó
• 100 g de manteiga
• 1 e ¼ chávenas de açúcar
• 2 ovos
• ½ chávena de leite
• ½ chávena de água quente
• 2 colheres (chá) de essência de baunilha
• ½ colher (chá) de sal
• 1 colher (chá) de vinagre branco
Então, em primeiro lugar, vamos colocar a farinha numa taça, juntamente com o cacau em pó, o fermento, a pitada de sal e o bicarbonato. (Eu utilizei farinha de trigo já com fermento). À parte, colocamos a manteiga numa batedeira e vai-se batendo até ficar com textura de creme. Acrescenta-se o açúcar e continua-se a bater até a mistura ficar bem clara. Entretanto, vamos acrescentando os ovos um a um. Acrescenta-se a baunilha e vamos batendo. É a vez de o vinagre ser misturado à água, que entretanto deve estar num tachinho ao lume até ferver. (Em vez de utilizar vinagre, misturei o sumo de metade de um limão).
Com a batedeira ligada em velocidade média vamos acrescentando alternadamente a mistura de farinha, a água fervente (misturada com o vinagre) e o leite. Começa-se e termina-se com a mistura de farinha.
É normal a massa parecer muito líquida, mas a autora deste blog, diz-nos que não nos devemos preocupar.
Coloca-se nas forminhas e leva-se ao forno a 180ºC por cerca de 30min (no meu forno durou aproximadamente 20 minutos). Para verificar se já estão prontos, é o procedimento habitual: ir picando com um palito.
Eu experimentei, para além dos cupcakes, fazer um bolo também para ver o resultado. A verdade é que os cupcakes mesmo tendo o mesmo sabor têm um aspecto muito mais bonito, talvez por serem pequeninos. A decoração dos meus continua a deixar a desejar, mas fico feliz na mesma!
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Gabito
Comprei um livro do Gabriel García Márquez que ainda não tinha lido. Encantam-me os seus livros, a maneira como ele nos prende ao enredo das suas histórias, cruas, poéticas e mágicas.
Gosto da esperança eterna e inútil em Ninguém escreve ao Coronel. É essa réstia que o prende à vida, no meio de tanta miséria, tristeza e doença. Gosto da magia presente em Cem Anos de Solidão, da energia avassaladora de Macondo, do musgo que cresce em cada recanto devido à chuva que durante quatro longos anos cai sobre a cidade. É um livro rico em elementos fantásticos e míticos. A morte, o amor, o sobrenatural, a destruição e a força reaparecem ao longo das suas obras. Amor em Tempos de Cólera e Do Amor e Outros Demónios, A aventura de Miguel Littín Clandestino no Chile, Doze Contos Peregrinos e agora A Hora Má: O Veneno da Madrugada, entre tantos outros.
Magistral, intenso, inesquecível, assim é Gabriel.
domingo, 8 de maio de 2011
Anos 40&50
A moda dos anos 40&50 voltou! Sempre admirei o modo como as mulheres se vestiam, a maquilhagem que usavam e os penteados tão femininos e elaborados. Era a feminilidade assumida, o glamour sem medos. Regressamos aos conceitos de moda com saias rodadas, a cintura marcada, os laços, peças delicadas como blusas rendadas e com padrões.
Nos anos 40, com a Segunda Guerra Mundial, os tecidos começaram a escassear e as mulheres foram obrigadas a adoptar um estilo mais sóbrio e mais contido. A criatividade e a imaginação brilharam (na falta de meias de nylon, pintavam as pernas a imitar a costura das meias) e começaram a usar muitos lenços e chapéus, devido à falta de cabeleireiros, deixaram crescer os seus cabelos, e começaram a reformar o seu guarda-roupa, utilizando tecidos como a viscose e as fibras sintéticas.
Gabrielle Bonheur Chanel (1883-1971) viveu nesta época conturbada. Depois de uma vida difícil (perdeu a mãe muita nova e foi com os seus irmãos estudar para um colégio interno), conseguiu abrir a sua primeira casa de costura (após perder o grande amor da sua vida num acidente de carro). Quando a Alemanha invadiu a França, Coco, como era conhecida, já se tinha tornado famosa pelas suas criações. Durante a invasão, Coco ficou hospedada no famoso Hotel Ritz que era usado pelos militares alemães e fechou a sua casa, que só voltou a reabrir em 1953. Infelizmente, repudiou os seus sócios judeus (Pierre e Paul Wertheimer) que não só a ajudaram na sua carreira, como no êxito do seu perfume eterno Chanel nº5.
Devido a este passado colaboracionista, os franceses marginalizaram as suas criações. Foi viver para a Suíça para fazer face a despesas. Tornou-se admirada pela ex-primeira dama Jackie Kennedy, começando a aparecer nas revistas de moda.
Faleceu no Hotel Ritz em Paris em 1971, onde viveu durante anos.
Nos anos 40, com a Segunda Guerra Mundial, os tecidos começaram a escassear e as mulheres foram obrigadas a adoptar um estilo mais sóbrio e mais contido. A criatividade e a imaginação brilharam (na falta de meias de nylon, pintavam as pernas a imitar a costura das meias) e começaram a usar muitos lenços e chapéus, devido à falta de cabeleireiros, deixaram crescer os seus cabelos, e começaram a reformar o seu guarda-roupa, utilizando tecidos como a viscose e as fibras sintéticas.
Gabrielle Bonheur Chanel (1883-1971) viveu nesta época conturbada. Depois de uma vida difícil (perdeu a mãe muita nova e foi com os seus irmãos estudar para um colégio interno), conseguiu abrir a sua primeira casa de costura (após perder o grande amor da sua vida num acidente de carro). Quando a Alemanha invadiu a França, Coco, como era conhecida, já se tinha tornado famosa pelas suas criações. Durante a invasão, Coco ficou hospedada no famoso Hotel Ritz que era usado pelos militares alemães e fechou a sua casa, que só voltou a reabrir em 1953. Infelizmente, repudiou os seus sócios judeus (Pierre e Paul Wertheimer) que não só a ajudaram na sua carreira, como no êxito do seu perfume eterno Chanel nº5.
Devido a este passado colaboracionista, os franceses marginalizaram as suas criações. Foi viver para a Suíça para fazer face a despesas. Tornou-se admirada pela ex-primeira dama Jackie Kennedy, começando a aparecer nas revistas de moda.
Faleceu no Hotel Ritz em Paris em 1971, onde viveu durante anos.
Westrags
Descobri este site de moda online há pouco tempo e apaixonei-me por algumas peças e por alguns preços, que são mesmo convidativos. Nunca fiz uma encomenda, mas creio que em breve irei fazê-la. Estas são três peças que quero ter...
Tão vintage e tão românticas, não acham?
Tão vintage e tão românticas, não acham?
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