domingo, 2 de outubro de 2011

Casa - Zara Home

Há umas semanas entrei na Zara Home e deliciei-me com pequenos detalhes que gostaria muito de ter em minha casa.


(Copo de Água flores 3,99€)


(Copo de Água Edera 1,99€)


(Copo de Água Brasilia 1,00€)


(Almofada Big Floral 19,99€)


(Cabide Yankton 7,99€)


(Colcha e Capa de Almofada Levi - 9,99€ e 59,99€)


(Coperta Milton 59,99€)


(Manta Himalaya 99,99€)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Cabelo seco



Bom, a propósito ainda do cabelo seco, existe uma receita caseira que podemos fazer e que faz maravilhas pelo nosso cabelo. Os ingredientes são simples e bastante acessíveis:
- 1 iogurte natural
- 1 colher de sopa de mel
- 1 colher de chá de óleo de amêndoas doces
O que temos que fazer é misturar todos os ingredientes e aplicar no cabelo molhado (mas não lavado). Depois podemos enrolar um pouco de papel de alumínio à volta da cabeça para que a mistura não comece a escorrer (se tiverem uma touca também deve funcionar). Depois é o procedimento normal da lavagem.
Devido ao mel, a mistura fica com um cheiro maravilhoso que depois permanece no cabelo... por isso, às vezes, ponho até mais um pouquinho. Curiosamente, a cor do meu cabelo fica mais viva (é pintado), o cabelo fica mais hidratado e bonito. Experimentem!

Óleo de Argan (Huile d' Argan)

Cabelo seco

Adoro todos os produtos de tratamento para cabelos. Tenho cabelos secos, um pouco fustigados pelo uso excessivo do secador e da placa de alisar. Desde que vim morar para aqui, talvez pelo facto de a água não ser tão calcária, que o meu cabelo ganha jeitos ondulados que eu não gosto mesmo. Daí o uso do secador e da placa e as consequências disso também: pontas secas, cabelo maltratado e idas frequentes ao cabeleireiro para readquirir o aspecto de um cabelo mais saudável.
Penso que para qualquer mulher que se identifique um pouco com a descrição que acabei de fazer, a hidratação do seu cabelo é fundamental. Ontem, perdida na imensa teia da Internet descobri as maravilhas do Argan Oil (o óleo de Argão). Parece que está a fazer as delícias das estrelas de Hollywood pelas suas propriedades miraculosas...



A Argânia (Argania spinosa) é uma árvore que vive em média entre 125 e 150 anos, e pode ser encontrada principalmente em Marrocos. Apesar da sua enorme resistência, a Argânia encontra-se actualmente ameaçada devido a uma desflorestação intensiva desencadeada no início do século XX. O seu desaparecimento seria terrível para a região, pondo em risco a manutenção e o equilíbrio do ecossistema. Desde 1998, as Argânias foram declaradas reserva de biosfera do reino de Marrocos pela UNESCO pela sua contribuição para o desenvolvimento ecológico, económico e social, e científico desta região.
É desta árvore que se extrai há muitos séculos o óleo de argão, conhecido por Ouro Marroquino. A partir dos seus frutos, que contêm amêndoas, as mulheres marroquinas extraem o óleo. Fazem-no através de processos de pressão artesanais, morosos e difíceis... são necessários 30 a 50 quilos de sementes para obter um litro de óleo! A sua produção é formada e gerida por grupos de mulheres e esta actividade constitui uma importante base de sobrevivência.
Este óleo foi descoberto há séculos por estas mulheres, que o utilizaram para proteger a sua pele, o cabelo e unhas devido às suas propriedades excepcionais. Rico em vitamina E, Ómega 6, Fitoesteróis, entre outros, é um poderoso antioxidante, hidratante, confere elasticidade e regenera.
Este óleo chega a atingir preços exorbitantes, portanto, cuidado com as imitações. Para quem não pode gastar muito para conseguir ter este óleo, a Bottega Verde, conseguimos encontrar alguns produtos à base de óleo de Argão, bem como na Yves Rocher.

sábado, 20 de agosto de 2011

Ísis

Este Verão fomos a Santiago de Compostela. Apanhámos um dia cinzento, ventoso e frio em pleno Agosto. Encontrámos, como é natural, uma cidade movimentada, agitada, cheia de peregrinos e turistas ansiosos por visitar a catedral e ver o local onde os restos mortais do Apóstolo estão depositados. Queria muito ir a Santiago de Compostela há imenso tempo, já visitei muitos sítios em Espanha, até porque enquanto vivi lá aproveitei para passear muito. Mas Santiago era ainda novidade para mim e já fazia parte do meu imaginário há muito tempo. Fomos e vimos a Catedral quase de fugida, muita, muita gente, muitas filas, muito frio e vento. Fiz o meu pedido a Santiago e vi a representação de uma Santa negra. Bonita com um bebé ao colo. Em conversa com a minha mãe descobri que é Ísis. Mas vamos por partes. Existem espalhadas por diversos locais religiosos as Virgens Marias negras que, segundo as lendas, são extremamente poderosas pela sua capacidade de fazerem milagres. Remontam aos primórdios dos tempos e foram encontradas em santuários, em basílicas, em grutas até. A maioria dos estudiosos das Deusas defende a ligação a cultos muito antigos, talvez até pré-históricos, relacionados com a terra, o útero, a Mãe Terra, a Deusa Mãe, que também era conhecida no paganismo como a Deusa da Fertilidade, da Fecundidade.

E o que me traz hoje aqui ao meu blogue é Ísis. Ísis é uma deusa egípcia que foi venerada não só no Egipto como no universo greco-romano. Existem pela Internet sites muitos interessantes que exploram o modo como o culto a Ísis foi absorvido pelo Cristianismo e como muitos templos dedicados a Ísis foram convertidos em templos dedicados a Maria. Na Catedral de Santiago de Compostela reparei naquela imagem linda de uma negra com um menino sentado a seu colo, ambos com uma expressão serena e risonha. Ela segura uma bola na mão direita, ele uma bolinha com relevo na mão esquerda. Fiz imensas pesquisas na Internet para tentar descobrir quem representam e pelo que me parece é mesmo Ísis, com o seu filho Hórus. Em Espanha há registo do culto a Ísis e os documentos relativos a esse culto são datados do século III. Em Portugal descobriram-se inscrições dedicadas a Ísis.
Ísis, deusa referenciada como deusa Mãe, força fecundadora da natureza, deusa da maternidade e do nascimento,

continua a perdurar através dos séculos, com a sua imensa força e poder.

domingo, 19 de junho de 2011

Jardim

E nós jardinamos e tentamos ter um cantinho para flores, um cantinho para arbustos, um cantinho para vegetais, um cantinho para um limoeiro. Mas ainda falta fazer muito para que se torne no espaço que imaginava. Recantos, flores, bancos antigos, pormenores escondidos, gaiolas para pássaros abertas e com flores, uma ou outra estatueta pequenina e discreta (não gosto de estatuetas) misturada com as cores vivas das plantas.





sexta-feira, 27 de maio de 2011

O estilo vitoriano na arquitectura vigorou no Canadá nos meados do século XIX até à Primeira Guerra Mundial. É um estilo poético, faz-me lembrar pequenos palacetes, memórias vivas de outras épocas. São casas que se erguem, imponentes, altivas, quase como que a dizer: “Estou aqui e tenho tantas histórias para contar.” Mas guardam os segredos, protegem as memórias de quem lá passou, fechando-se como fortalezas, firmes no meio de um país quase perfeito, com imensos campos a perder de vista e cidades cosmopolitas, imensas, ruidosas, que não param nem dormem.

Apaixonei-me pelas casas vitorianas. Construídas com aqueles tijolos pequeninos, assimétricas, com as maravilhosas bay windows (aquelas janelas/varandas particulares que parecem querer chamar a atenção sobre si, destacando-se das fachadas), cheias de pormenores cativantes. Se eu vivesse no Canadá iria querer uma casa vitoriana.